Minhas experiências pessoais no CICD

Minhas experiências pessoais no CICD

Minhas experiências pessoais no CICD

Por Akos Koncs, Hungria / Equipe de ativistas da pobreza fevereiro de 2024

Quando criança, eu era um entusiasta da África. Li muitas histórias de caçadores-escritores do século XIX, achei muito romântico.
Mais tarde, meu interesse se voltou da beleza natural africana para a sociedade africana, e foi isso que me levou a estudar antropologia cultural na universidade. Mas ter o meu diploma nas mãos senti uma desilusão, porque no meu país não há programas para África.
A Hungria nunca teve colónias em lado nenhum, talvez por isso não tivémos muitos programas de ajuda a este continente. As pouquíssimas ONGs que tínhamos, tinham dois grandes problemas: lutavam com a falta de recursos financeiros e não tinham um programa educacional próprio pensado para o país onde suas missões funcionavam.
Então, comecei a olhar ao redor na Europa – foi assim que encontrei o CICD.
Escolhi o programa Poverty Activist de 12 meses, onde estudamos 5 meses na faculdade em Eastern Yorkshire, Reino Unido, e depois vamos para a África por 6 meses para o período do projeto. No final, vamos durante um mês para “trazer ao público” para diferentes cidades europeias, onde fazemos apresentações sobre as nossas experiências.

A bolsa Gaia tornou isso possível

Mas era outro problema: a propina… Felizmente o CICD tem um programa de bolsas brilhante, o que significa que podemos angariar uma bolsa para cobrir os custos, juntando-nos à equipa Gaia e apoiando a escola durante até 6 meses antes do programa de 12 meses. Esta foi uma solução brilhante para mim.
Então aqui no CICD eu comecei meu programa, e durante os últimos 4 meses e meio eu aprendi muito. Mas se você me perguntar: “Isso foi suficiente?” – eu devo dizer “não”.
Agora – apenas 3 semanas antes de partir para o Malawi por 6 meses – depois de 5 anos na universidade como antropólogo, visitando 11 vezes a África como turista – ainda não sinto que sou supereducado sobre a África.
Mas o mais importante que aprendemos aqui na faculdade não foi o conhecimento teórico sobre os países exatos – esse conhecimento que podemos obter de outras fontes.

Qual é a chave para a aprendizagem?

Foi a abordagem para obter o conhecimento.

Investigar as fontes dos problemas sociais, reconhecer as raízes da desigualdade – isso dá esperança de encontrar o caminho para resolvê-la.
Claro que este programa não é para todos. Alguns chegaram aqui com grandes expectativas – e deixaram o programa depois de alguns meses. Viver longe da família e estar longe do seu “velho modo de vida” não é tão fácil quanto parece.
Mas ninguém prometeu que será fácil.
Muitos dizem “você vai tirar do programa o quanto quiser tirar dele” – absolutamente verdade.
Aqui no CICD representamos 15 países (Brasil, Portugal, Espanha, Grã-Bretanha, França, Itália, Colômbia etc.) Isso oferece uma enorme oportunidade de aprender uns com os outros (cultura, língua, culinária).
Mas, na minha experiência, todos vão para casa com mais experiências do que quando chegaram.

Como proteger os mais pobres das mudanças climáticas?

Como proteger os mais pobres das mudanças climáticas?

Por Kelvin Rodrigues, Equipe de Voluntários de Desenvolvimento Outubro 2023

Como proteger os mais pobres das mudanças climáticas?

Minhas considerações ao trabalhar com o projeto Juventude em Ação na Zâmbia e estudar o Relatório do PNUD 2021 sobre a situação global da pobreza.

As alterações climáticas são inevitáveis, pois o clima na Terra já não é o mesmo e tem dado indicações de que é apenas o começo e que o futuro será extremo no que diz respeito à variação de temperaturas, chuvas e secas extremas.
A terra está doente, os sintomas estão por toda parte. Os responsáveis por medidas incisivas para reduzir a extração de recursos naturais e a emissão de resíduos no solo, na atmosfera e nos oceanos, não parecem ter a mesma seriedade ao discutir meios alternativos e sustentáveis.
Acompanhamos em outra COP como os líderes mundiais se reuniram para tratar das Mudanças Climáticas. Mas os vimos sair depois da semana principal, que visava defender o futuro do planeta como vemos hoje, da mesma forma que entraram.

Os produtores de petróleo continuam produzindo…. enquanto a Terra está aquecendo

A ideia de levar a COP para o Oriente Médio – com o pensamento de conscientizar os principais produtores de combustíveis fósseis do mundo de que precisamos reduzir a dependência desse modelo energético, flexibilizá-lo e criar alternativas para energia sustentável, diversificando a matriz energética e reduzindo a dependência do petróleo, gás natural e carvão – não tiveram efeito.
A Arábia Saudita, país-sede da COP 28 junto com o Irã, são grandes produtores de petróleo no mundo e seguem firmes na defesa do consumo de combustíveis fósseis.
O Brasil, que possui a maior floresta tropical do planeta, apontada como o pulmão do mundo por muitos cientistas e ativistas ambientais, discute em suas principais agendas políticas a exploração de petróleo na foz do Amazonas.
E o mais recente de tudo, partindo de um país que foi exemplo em diretrizes sustentáveis e investidor em programas de proteção ambiental, temos a Noruega, que no dia 24 de janeiro declarou a polêmica decisão de permitir a exploração de minerais no fundo do mar, abrindo assim a discussão desse tema por outros países.

Produção de combustíveis fósseis cria instabilidade política

Outro ponto importante é que, à medida que mais reservas de recursos naturais são descobertas, instabilidades políticas são criadas. Como exemplo temos a descoberta na Guiana de outra reserva de petróleo que causou um despertar em sua vizinha, a Venezuela, e reacendeu uma discussão de décadas passadas sobre a anexação de parte do país, o território de Essequibo.
Que a geopolítica está fervendo não é novidade para ninguém. Os países precisam de energia para se desenvolverem e se protegerem de possíveis guerras que não têm inimigos claros. E a maneira mais eficaz de obter energia ainda é através da exploração extrema do planeta.
O grande problema é que não conseguimos mais manter os níveis de extração e o modelo de consumo descontrolado. Os recursos naturais como água, solo e ar estão cada vez mais poluídos, improdutivos e escassos.
E mesmo com tanto desenvolvimento, tantos avanços, dados positivos do PIB e projeções de crescimento, ainda temos 1,3 bilhão de seres humanos que vivem na pobreza e não têm meios adequados para manter suas vidas. Vivem sem saneamento básico, energia elétrica, água encanada e segurança alimentar.
O relatório também aponta que 600 milhões de pessoas caminham pelo menos 30 minutos para obter água potável.

Da perspectiva dos pobres

Recentemente, me deparei com uma cena, que despertou uma certa inquietação. Recebi o desafio de explicar para pessoas que não têm acesso a energia elétrica, água, gás de cozinha encanado, coleta de lixo ou saneamento básico e vivem com menos de R$ 1 por dia, sobre os impactos das mudanças climáticas. Então me veio uma pergunta, enquanto eu considerava a situação dessas pessoas que nunca desfrutaram de um desenvolvimento mundial tão concentrado, que também querem as vantagens de ter um país desenvolvido, que vivem em extrema pobreza por causa de ações de poucos – enquanto o planeta está esquentando:
Como explicar aos mais pobres, que o calor será mais forte do que já é, que as chuvas chegarão de surpresas e que dependendo da intensidade colocarão as cidades debaixo d’água, que os períodos de seca serão frequentes e que precisarão andar cada vez mais tempo para conseguir água, que terão que pagar mais por seus alimentos básicos, porque a produção de alimentos em escala mundial será afetada, encarecendo os produtos.

No começo fiquei sem respostas, pois essas perguntas me causavam angústia.
Na análise fria dos dados, não havia esperança.
Foi então que outra pergunta, mais poderosa que as outras, veio à mente:

COMO PROTEGER OS MAIS POBRES DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS?

Nós – líderes, ativistas e sociedade civil – devemos lutar ao lado dos esquecidos e excluídos, em busca de soluções que mitiguem os impactos causados pelas mudanças climáticas.
Uma tarefa um tanto difícil, pois muitas pessoas têm dúvidas sobre isso e até brigam sobre isso.
Quando pesquisei sobre o assunto, só observei ações que proporcionam ideia e investimentos de longo prazo. No entanto, os responsáveis por esses investimentos são pouco dedicados em respostas a esse tema.
– Como vamos esperar esses investimentos que não são suficientes.
– O que fazemos até lá?
Bilhões de pessoas estão em risco iminente e não podem esperar…

Conscientização e educação:
O primeiro passo é a conscientização. Precisamos informar as pessoas sobre o que está acontecendo, de forma clara, prática e eficiente. Para informar de forma simples, sem palavras ou textos complexos que impossibilitem a compreensão, precisamos explicar, por exemplo, o impacto do descarte inadequado de resíduos e o quão prejudicial ele é ao meio ambiente.

Reaproveitamento de residuos:
Explore ideias de reaproveitamento de resíduos que podem ser coletados e transformados em soluções para a comunidade, como vassouras de garrafa pet e sacolas ecológicas. Criar e fortalecer cooperativas que coletam e descartam corretamente os resíduos, estudam formas de viabilizar iniciativas de resíduos que contribuam para a geração de renda.

Produção local de alimentos:
Fortalecer a agricultura local, fornecendo recursos e incentivos para que os moradores locais produzam seus próprios alimentos, nutritivos e livres de agrotóxicos e que vendam
o excedente para outras localidades ou para o governo usar na produção de lanches para escolas a um preço competitivo.
Garantir que a escola forneça aos alunos os recursos necessários para o desenvolvimento decente e que ofereça todas as refeições de forma saudável.

Pontos de serviço e resposta a emergências:
Configure pontos de serviço dentro das comunidades para obter informações e suporte que possam medir e mitigar os riscos locais, apoiar as famílias e garantir que elas possam ter tempo de resposta para se proteger quando eventos extremos forem detectados.

Criar canais de comunicação para aumentar a cobertura de informações. As pessoas precisam saber o que está acontecendo. E as mídias comuns, como TVs e rádios, não chegam a todos.

Para apoiar as pessoas em situação de pobreza precisamos de ideias simples e pessoas engajadas e comprometidas, pensando nos problemas reais com criatividade e compromisso de colaborar para um mundo menos desigual e faminto.

Nada pode ser criado e desenvolvido quando as necessidades básicas para a manutenção da vida não são atendidas, e a fome, a sede e as doenças ainda são assassinas silenciosas.

We hear the calls and we join them….from People to People

We hear the calls and we join them….from People to People

The Federation Humana People to People, Annual Report 2023

Welcome note from Snorre Vestgaard, Chair:

FROM PEOPLE TO PEOPLE
The calls to end the war on people, to stop the killings, to protect the children, to cease targeting hospitals and schools, to let in the aid.
We hear them, and we join them. They are also our calls. You who hold the powers to stop the atrocities, do it.
In the meanwhile, we continue our work to build communities, build relations, build resilience together with the people. Some need resilience here and now, others build resilience for an uncertain future, for whatever may come their way.

We all need resilience to meet the large changes on the planet and in the world.

We build and build every day. We build bonds from people to people, in all our diversity, our differences, from continent to continent.

• Because peace depends on people. Because people build peace every day. Because we think it is the best way to preserve peace, where it reigns; to achieve peace where conflict smolders and comes to the surface while we write.
• Because we believe that when building bonds from people to people, we also build hope. Hope is necessary, hope gives strength.
• Because building bonds from people to people is the driver of moving towards our vision:

We protect the planet, build communities and support people by connecting them with others in transformative programs, unleashing their potential for positive change and action.

Let us take it a step further: the world needs more than unleashing the potential – the world and all its peoples need to create the positive change and action, here and now, and in the long run.

That is what we aim to do in the five areas of activities: Community development, Health, Sustainable agriculture and environment, Education and Collection and sales of secondhand clothes.

Proven models for programs and projects, new ways born out of necessity, and ventures into untrodden tracks – it all weaves a fabric of collective processes, where people create much needed changes in their lives.

We thank you all, including the governments and their agencies, and our many partners for being part and parcel in these processes”.

Read the full report:
https://www.humana.org/images/publications/Humana-Progress-Report-2023.pdf 

Voluntariado na África ou Índia: programa de 12 meses

Voluntariado na África ou Índia: programa de 12 meses

Faça a diferença no seu Gap Year!

O programa Poverty Activist (Ativista contra a Pobreza) consiste em 12 meses:

• 5 meses: Treinamento no CICD na Inglaterra
• 6 meses: Voluntariado em um país africano ou na Índia
• 1 mês : Período de conclusão no CICD na Inglaterra

Primeiro Periodo:

5 meses de treinamento no CICD na Inglaterra

A primeira parte do curso acontece aqui no CICD.
Aqui você se juntará a uma equipe com estudantes vindos de diferentes paises, treinando para serem Instrutores de Desenvolvimento. Os preparativos são teóricos e práticos. Os estudos incluirão áreas como assuntos globais, ciência política e desenvolvimento econômico.
Diferentes formas de aprendizagem incluem também viagens de carona ou bicicleta para investigações fora da escola de 5 dias e ações comunitárias. Haverá estudos em grupo e oficinas de trabalho, bem como estudos individuais, leituras, palestras e treinamento de habilidades de liderança.

Learning how to cook traditional Malawian food
Learning how to cook traditional Malawian food
On the way to one of the pre schools
On the way to one of the pre schools

Durante o treinamento, você também praticará muitas formas de expressão – como escrever relatórios, fazer cartazes digitais e desenhados à mão e escrever poesias, ensaios e discursos.
Ao longo deste programa, serão encorajados a debater e a formular as suas próprias conclusões.

Todos os itens acima serão usados para o período de treinamento e serviço, e também podem ser úteis se você estiver pensando em uma futura carreira no setor sem fins lucrativos.

Segundo Período:
6 meses de voluntariado em um país africano ou na Índia

Após os três meses de treinamento, uma vez que você esteja equipado com todo o conhecimento necessário, você embarcará na próxima etapa da jornada. Você será colocado em um projeto em um país na África Austral ou na Índia. Por causa da pandemia de Covid 19, não é possível conhecer o país de destino até o início do programa – então você precisa estar pronto para ir onde for necessário e seguro!

Os projetos nos respectivos países se concentram principalmente em agricultura, educação e saúde. Aqui você se juntará a uma série de atividades, como trabalhar com agricultores locais para aumentar a produção de alimentos, iniciar projetos sustentáveis e geradores de renda, treinar professores e apoiar pré-escolas em andamento ou iniciar novas.

Organic food production for the future
Organic food production for the future
Garden team at CICD in fighting mode!
Garden team at CICD in fighting mode!

Os projetos trabalham com crianças, pais, agricultores, professores, líderes locais, governo nacional e parceiros internacionais para combater as causas profundas da pobreza e, junto com eles, construir comunidades sustentáveis e prósperas.

Terceiro Período:
Conclusão e Chamada para Ação na Europa

Em seguida, você retornará ao CICD para assimilar e compartilhar suas experiências e divulgar os resultados alcançados por você e sua equipe. Esta etapa final do ciclo permite que você compartilhe suas descobertas e avalie o impacto do trabalho que sua equipe fez em campo.

Isso é muito útil para a nossa melhoria contínua do programa, e ajuda você a aprofundar sua compreensão de todos os novos conhecimentos e experiências.
Junto com a equipe, você também usará esse período para criar materiais como uma newsletter, uma transmissão de rádio, artigos para jornais ou blogs, um podcast, um vídeo, um projeto multimídia ou outros produtos, a fim de levar ao público o conhecimento e a compreensão que você adquiriu.

Togetherness is the way forward
Togetherness is the way forward
Tailoring workshop in the village
Tailoring workshop in the village

Os Projetos de Desenvolvimento

Combinamos o nosso ambiente de aprendizagem único com 6 meses de experiência de campo em comunidades em desenvolvimento em países como Malawi, Moçambique, Zâmbia ou Índia.
O CICD, bem como as nossas escolas irmãs, fazem parceria com as organizações membros da Humana People to People. A Federação de Humana People to People foi criada em 1996 e é uma rede de 31 organizações engajadas no desenvolvimento internacional na Europa, África, Ásia e Américas.

Eles executam mais de 400 projetos e alcançam cerca de 14 milhões de pessoas diariamente.
A abordagem da Humana para o desenvolvimento é centrada na mobilização da comunidade. A Humana desenvolveu e experimentou uma metodologia que equipa as comunidades com materiais, conhecimento e infraestrutura para sair da pobreza.
Como Instrutor de Desenvolvimento do nosso programa de 12 meses, você será voluntário em um dos projetos da Humana People to People por 6 meses. Até o momento, os participantes trabalharam em conjunto com milhares de pessoas para aprender novas habilidades para cultivar, construir casas, alimentar suas famílias, melhorar a saúde e nutrição e educar seus filhos.

Próxima data de início: 1. Agosto 2024 e 1. fevereiro de 2025

Certificações
1. Certificação de Trabalho de Campo da Humana People to People
2. Certificação de Instrutor de Desenvolvimento pela College for International Co-operation and Development

 

Programa de Bolsas Gaia

Programa de Bolsas Gaia

Aumente uma bolsa de estudos para as taxas do seu curso!

O Programa de Bolsas Gaia é uma combinação de estudos teóricos e tarefas práticas.
Junto com a equipe, você levanta sua bolsa apoiando a escola nessas áreas:

* Projeto de reciclagem de roupas e calçados
* Jardim fazenda e parque
* Manutenção de nossos prédios
* Marketing e matrícula de novos alunos

Dependendo da disponibilidade, você pode se juntar à equipe Gaia de 2 1/2 – 6 meses. Dessa forma, você pode levantar uma bolsa de estudos para as taxas completas do curso ou parte delas.
O nome do nosso programa Gaia vem da mitologia grega. Gaia é o nome da Mãe Terra e foi usado pelo químico inglês James Lovelock para descrever sua teoria de que a Terra está viva. Usamos a teoria de Gaia como base para agir. O programa do curso Gaia é uma combinação de ações práticas, estudos, investigações e apresentações. A Equipa Gaia desempenhou um papel essencial na construção da nossa quinta de horta biológica.

Learning useful skills in Childrens Town
Learning useful skills in Childrens Town
Providing food for the school
Providing food for the school

Os rendimentos das actividades da equipa Gaia são utilizados para cobrir os custos de funcionamento do programa Gaia e para bolsas de estudo para estudantes que não podem pagar as propinas do curso. A maioria dos participantes da equipe Gaia se qualifica para uma bolsa de estudos e continua em um de nossos programas de voluntariado.
A Equipa Gaia funciona como uma equipa, embora os alunos possam começar em horários diferentes e possam ser inscritos para equipas diferentes após o período Gaia. O programa Gaia está em curso e as datas de início são flexíveis, de acordo com a disponibilidade.

Estudos, oficinas de trabalho e apresentações!
A cada semana a equipe de Gaia tem 1,5 dia de estudo. Há um fim de semana de estudo por mês. O programa Gaia foi concebido para lhe dar uma compreensão das razões da pobreza e da crise climática, e para lhe dar ferramentas e habilidades para que você possa tomar sua própria posição e ser ativo na luta pela mudança para melhor.

O programa Gaia é intensivo, orientado para os resultados e prático. Esteja preparado para estar muito ocupado!
* Algumas das áreas de estudo são:
* A Ciência dos Sistemas Terrestres e a Teoria de Gaia
* Mudanças Climáticas
* Reduzindo o impacto das mudanças climáticas
* Justiça Ambiental

O programa Gaia é orientado para projetos – fazemos algo sobre as coisas que discutimos e aprendemos. Alguns projetos estão em andamento e são decididos pelo CICD. A equipa Gaia ajuda a operar a recolha de roupa e calçado, através da manutenção e reparação das nossas caixas, bem como da procura de novos locais para “alojar” mais caixas de recolha. Eles também têm a oportunidade de ajudar em nosso escritório de promoção e matrícula para recrutar os alunos para as próximas equipes e sair para reuniões e apresentações em escolas ou outros lugares. Também pode haver oportunidades para ajudar com outras partes das atividades do CICD-s, como jardinagem e manutenção.
Além disso, muitos projectos mais pequenos entraram no programa da equipa Gaia – exercícios práticos em, por exemplo, construção de fogões a lenha, compostagem, manutenção e desenvolvimento do parque no Winestead Hall.

Voluntário no Caribe – Programa de 7 meses Ativista pelo Clima

Voluntário no Caribe – Programa de 7 meses Ativista pelo Clima

– Saiba mais sobre as causas da crise climática e o que pode ser feito para mitigá-la
– Estude e trabalhe em conjunto com pessoas com ideias semelhantes de todo o mundo
– Agir e ser voluntário por um mundo melhor

Então este programa é para você!

Os períodos do programa Climate Activist:

• 3 meses no CICD. Estudos, investigações e treinamento prático para se preparar para os próximos 3 meses
• 3 meses de voluntariado com a Richmond Vale Academy e comunidades em São Vicente e Granadinas.
• 1 mês de volta ao CICD para concluir e compartilhar suas experiências.

Primeiro período: Ativista do Clima em Formação

3 meses no CICD. Estudos e treinamentos práticos, além de planejar e preparar o período de voluntariado de 3 meses.
Durante o treinamento, nos concentramos em lidar com a questão das mudanças climáticas.
O que é? Que consequências tem em diferentes partes do mundo? Por que isso está acontecendo? Por que não são feitos planos sérios por aqueles que estão no poder para reduzir as emissões e evitar ultrapassar os 2 graus críticos do aquecimento global?
Além dos estudos teóricos, colocamos muito foco em investigar o que realmente está sendo feito. Faremos viagens de campo para conhecer outros ativistas e organizações climáticas no Reino Unido, trabalharemos na fazenda de jardim do CICD e realizaremos outras ações no desenvolvimento do nosso Centro do Clima.
Também nos prepararemos para o período de voluntariado de 3 meses na Richmond Vale Academy (RVA) em São Vicente.
Durante este período, você também fará parte da administração da escola junto com todos os outros alunos e funcionários, e fará parte do governo da escola através de nossas Reuniões Comuns.

Segundo período: Voluntário em São Vicente e Granadinas

Este período de 3 meses será passado trabalhando em estreita colaboração com a Richmond Vale Academy (RVA) e as comunidades locais em torno de projetos ambientais na ilha de São Vicente.
As tarefas concretas dependerão da época do ano e das necessidades específicas da época. Juntamente com sua equipe, você fará parte do desenvolvimento da fazenda de permacultura na RVA e das atividades agrícolas nas comunidades locais, como Home Gardens, para apoiar a segurança alimentar da população. Esteja pronto para ajudar com o que for mais necessário!

Terceiro período: Apelo à ação pelo nosso clima

Você retorna ao CICD com a cabeça e o coração cheios do que conquistou junto com os alunos e funcionários da RVA e das comunidades locais da ilha.
Agora é hora de concluir sobre o que você aprendeu e conquistou, passar suas experiências para a próxima equipe e compartilhar suas experiências e resultados em toda parte: um chamado à ação para um futuro sustentável!
Você está bem preparado com muitas fotos, filmes, entrevistas, estatísticas, músicas etc.

Datas de início e taxas do curso

A próxima data de início é 1º de outubro de 2024!
O valor do curso é de £ 3.140, incluindo todos os custos do programa, alimentação e hospedagem. A taxa de inscrição é de £ 500.
NB! Vagas limitadas disponíveis na equipe de bolsas Gaia – entre em contato conosco para saber mais!

About Tvindkraft – trailblazing to build the future

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By Brita Jensen
When Tvindkraft was built, it trailblazed the wind industry,
This story is about my work at Tvindkraft, the world’s first megawatt modern wind turbine. In 1999 I had been both a team teacher and a subject teacher at DNS (The International Teachers Training College also located in Tvind). Through that work I had become increasingly conscious about the deterioration of the environment, both through our DNS study tours and studies.
I wanted to work full time for improving the environment. A position at Tvindkraft became vacant and this was my chance. I didn’t know anything about a wind turbine, but I had for many years liked to dapple with a bit of mechanics. As a student and later a teacher in Tvind I had participated in bus repairs and travelled twice to India. I had also work with recycled waste water and toilet waste systems in Tvind. And very important, I had learned a lot from participating in our building weekends where teachers and students together improve and maintain our buildings and surroundings.

So, my work at Tvindkraft started.
In 1975 when we started the build of the turbine, I had been in the Guest Group. (Thousands of guests came every month to see the construction, as well as when the wind mill was ready and running – and they needed a tour and tea and explanations) This experience was now valuable. I soon discovered that many people still came to visit, and they told us how impressed there were. They still do. The turbine is now 48 years old and still running. And it is still a huge example of what common people can do when we unite.

One thing I also really came to understand when I started working with the turbine was how amazing it was what we did when we built the windmill. There were so many details to research, so many components that had to be installed with utmost care. And none of it would have been possible without collective leadership. It made me feel proud and privileged to be able to be a part of the tradition of doing things ourselves and solving any issue in togetherness with others.
The windmill is running as I write and will continue doing so.
When it was built, it trailblazed the wind industry, and today it is a wonderful example for us who have to trailblaze the building of the future world for the benefit of the planet and the people in togetherness. It is not only a technical question. Togetherness is the key word.

For more about Tvindkraft – and an interview with Britta on BBC World – go to https://www.tvindkraft.dk/

Minga Indigena in Glasgow – about false solutions to the climate crisis

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Minga Indigena – the Indigienous Way of knowledge and balance with nature

All through the 2 weeks of COP26 there were hundreds of meetings and workshops and debates, many “in person” and many also online.

Our small CICD delegation attended some different debates and presentations. We started with Minga Indigena. There is a large gathering of Indiginious elders and activists from the Americas at COP26, and we went to an event about “False solutions to the climate crisis – the disguise of Net Zero and carbon markets” where 5 speakers and 2 translators shared their experiences with the public and answered questions.

It was 1 ½ hours of very serious, touching and heartfelt testimonials and discussions. The meeting was calm and peaceful, but very intense and full of energy.

The 5 speakers spoke to an almost full auditorium about the power of life, and about how the traditions and way to survive in balance with nature that indigenious peoples have developed during thousands of years are disregarded….. at our peril.

Their land and knowledge are trampled on and not respected, often even in the name of development and sustainability. 

A Mexican woman gave a recent example, she spoke about how sustainable energy sources such as windmills and solar panels are established on indigeneous land in a way that completely overrides the lives and needs of the people living there. They had not been consulted on the project. Their need for electricity is very small, but still a huge complex is established on their land because of corporate interests….and then the price they end up having to pay for the electricity becomes so high that they cannot afford it.

The business interests and profit of private corporations are the priority and the opinions and needs of the indigeneous people are ignored. “Solutions” are imposed that in the end cause problems and harm. Carbon trading is trumpeted as one such solution – but that is a false solution if the biodiversity and forests are traded with on a carbon market and not saved!

A man from the Waorani people in Ecuador told about his people, that had only been in contact with “the rest of the world” since 1952. Only from 1980 they got the official “status” to their name. He gave an impassioned speech about the importance of not forgetting the old wisdom and losing the connection with nature, that his people had always survived with….and he told proudly about how they are now also using the internet, even in very remote areas, to access new learning and new ideas!

In Ecuador there are 3 million hectares of land that the indigeneous people are taking care of and protecting. They see themselves as the guardians of this land.

Ending deforestation by 2030 is not enough!

The pledge from the politicians at COP26 to end deforestation by 2030 does not take into account the situation of the many more areas that indigeneous people are taking care of. The destruction is allowed to continue.

Indigeneous peoples make up 6% of the worlds’ population but inhabit 85 % of the areas that are proposed for biodiversity conservation.

So clearly there should always be consultation and agreements with them regarding changes and projects on this land.

Litigation against big corporations

A Colombian barrister working in London explained about how litigation has won some big victories against big polluting companies – such as Shell in Netherlands recently – and she said it was very important that this continues. 

There are countries where international law regarding the environment is not recognised, like in the UK. To profit from this situatlon, Dutch Shell has now after loosing the above mentioned courtcase, changed its name and are moving its HQ to London.

 In other countries these international laws are recognised, but it’s not well known – such as many countries in Latin America. But she was hopeful about Chile. Here a new constitution is in the process of being written, and it will include protection of indigeneous people and the land.

On the streets in Glasgow during COP26!

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Please enjoy this short report from the streets of Glasgow during COP26!

It was an amazing experience! We met so many inspiring people, including from different parts of the peace movement, as you can read more about in this story.

Because even though it’s not widely spread information, the military has an ennormous carbon footprint. This is being largely “swept under the carpet” when countries discuss how to reduce their CO2 emissions.

Here our teacher Mel tells about her experience…

Our last days in Glasgow

Joining big marches and demonstrations always boost our spirits. We have joined 2 marches in the last 2 days we were in Glasgow. Here I will tell you about how it felt like to join these marches and the people we met.

Being part of a Fridays for Future march with 30.000 others was indeed a great experience. We decided to join Code Pink after noticing their stickers in the first march we were part of on Wednesday.

Friday started by us meeting with Code Pink- Women for Peace organisers. We met around an hour before the march started and got acquainted. Code Pink is a NGO based in USA, who has started its work in 2002 fighting for peace and social justice – a movement working to end the United States funded wars. They challenge the military globally but have their focus on U.S. The NGO defends that the funds spent on military actions of any kind should be redirected completely to things that truly matter – education, healthcare and mitigation of GWCC.

About Code Pink

You might be asking why is it called Code Pink.. I certainly was! Well, as they explained it is based on the US Homeland Security colour code alerts: Code Orange and Code Red signify the highest levels of danger. They chose the name Code Pink as a metaphor for a code that doesn’t exist, but should be the demilitarisation code.

Code Pink has been involved in a huge amount of actions. They have been part of demonstrations, have brought light into issues that people do not know enough about, have webinars and presentations about social and war issues, they also have held summits regarding the use of Drones and the civilian casualties caused by it, and has sent delegations to offer help and support to Cuba and Gaza (the latest never happened as everyone sent was deported in Cairo and one of the CP founder was assaulted resulting in a dislocated shoulder, so they never arrived to Gaza).  Code Pink has sent thousands of syringes to Cuba as they did develop their own Covid19 vaccine but did not have enough resources to give it to its people. They have most recently sent 18.000 pounds (around 9 tons) of food to Cuba, as the people continue to suffer from the cruel U.S. embargo. Code Pink is a supporter of The Palestinian cause as well.
The many actions and campaigns of Code Pink could continue for a couple of pages more but I think you get an idea. Here you find their website: https://www.codepink.org/

We had the pleasure to meet Jodie Evans (co-founder of Code Pink) as well as Nancy Mancias (Code Pink Member, and their friend Neta Crawford.

Hidden facts: the costs of war

Neta Crawford is a professor of Political Science and currently chairs the department of political science at Boston University. Her teaching focuses on international relations theory, international ethics, and normative change. It was quite inspiring to meet her and see what she stands for as well as getting to know what she teaches about. Neta is the Co-founder of “Costs of War project”. This project seeks to document the direct and indirect human and financial costs of U.S. wars in Iraq and Afghanistan and related counterterrorism efforts. It is an extensive and comprehensive public accounting of the cost of post-September 11 U.S. military operations compiled to date.

Neta is the author of Accountability for Killing: Moral Responsibility for Collateral Damage in America’s Post-9/11 Wars and Argument and Change in World Politics: Ethics, Decolonization, and Humanitarian Intervention – two books I am looking forward to read. Neta has also written a paper regarding the Pentagon Fuel Use, Climate Change and the Costs of War… she connects the dots in a very easy to understand way. I would advise you to read the article here CostsOfWar

Having met Neta and Code Pink and the women behind it has been extremely inspiring. Marching side by side for so many things we defend was quite empowering.

What a feeling! Marching for our future with 100.000 people!

After marching together on Friday we decided we would join again on Saturday for the Global Action day Demonstration. This Demonstration was made of over 100.000 people (some sources say 200.000!!). It was absolutely amazing to see and be part of it. The whole thing was extremely well organised – before you joined you could see where the different groups would meet up and the order they would take in the march. There were 19 groups (each with many groups inside). We joined the Peace and Demilitarisation Group.

There were really all kinds of people – Socialist and Communist party, faith groups, feminist groups, Extinction Rebellion, workers and trade unions, youth groups and you name it… all those groups, with different views in many things could all agree in one thing – we want change and we want it now cause the Environmental crisis is big and we need solutions. The people we talked to and marched were extremely nice and inspiring, we shared views and opinions and it felt really good that we were so many and so many people do their part, grow organically, use public transport, work with outreach information and education about climate and sustainability…..  it felt right!

Por que nosso mundo está desequilibrado, parte 1.

Iasmin, estudante brasileira do CICDIasmin

Sobre o curso “Guerras e Poluição”
As consequências das Forças Armadas em nosso meio ambiente são significativas. Como o imenso complexo militar, que usa grande parte dos orçamentos governamentais e consome enormes quantidades de petróleo e outros recursos, não é obrigado também a assumir a responsabilidade de combater a crise climática? Estudar e aprender mais sobre esse tema é uma parte importante para compreensão das razões que causaram a crise climática que estamos vivendo hoje e do desequilíbrio do nosso mundo…

Meus comentários sobre o curso “Guerras e Poluição”
Por Iasmin Maionchi do Brasil, Voluntária de Desenvolvimento do Programa de 10 meses – Fevereiro 2020

Hoje estudamos a relação entre Militarismo e as Mudanças Climáticas. Aprendemos sobre o tamanho da Indústria Militar e as consequências que cria no mundo, especialmente quando pensamos em Aquecimento Global.

Alguns fatos que me chamaram a atenção:

  • Os EUA têm o maior orçamento militar do mundo, US $ 693 bilhões, o que equivale a 20% de todo o orçamento federal do país
  • As Forças Armadas dos EUA estão entre os três maiores poluidores das hidrovias do país
  • Entre 2010 e 2014, 28,7 milhões de kg de substâncias tóxicas foram liberadas nas águas dos EUA
  • Durante a guerra do Vietnã, 3.640 km2 foram pulverizados com herbicidas e desfolhantes perigosos, incluindo o agente laranja (liberado pelos estado-unidenses nos anos 70 durante a guerra do Vietnã, para destruir as florestas onde a guerrilha estava escondida). A Cruz Vermelha (Red Cross) do Vietnã estima que o Agente Laranja afetou 3 milhões de vietnamitas, incluindo pelo menos 150.000 crianças e que ainda hoje os bebês vietnamitas nascem com má formação devido ao uso do herbicida
  • USDOD (Departamento de Defesa dos Estados Unidos) possui 4.127 instalações espalhadas por 19 milhões de acres de solo americano. Maureen Sullivan, que dirige os programas ambientais do Pentágono, diz que seu escritório possui 39.000 locais contaminados
  • No Iraque, 10 milhões de galões (45.460.900 litros) de petróleo foram liberados no Golfo Pérsico

Emissões Militares não incluídas
Discutimos como as Forças Armadas não estão sendo consideradas na pauta sobre o Aquecimento Global, apesar de ser uma atividade extremamente poluidora. Isso acontece porque, antes do Acordo de Paris em 2015, os países não eram obrigados a considerar o Exército ao reportar as emissões de CO2. Após o Acordo, os chefes de estado se comprometeram a incluir as emissões causadas pelo militarismo, mas mesmo assim é extremamente difícil encontrar informações sobre isso, como vimos quando nenhum dos alunos conseguiu encontrar sobre os próprios países (Brasil, Argentina, Espanha, Hungria e Lituânia).

Procurando informações – mas sem resultados – sobre as emissões do Exército…
Após este curso, cada um de nós teve a tarefa de pesquisar sobre o tamanho do exército de nossos países e impacto ambiental. Do Brasil, descobri que:

  • Em 2019, o Governo Brasileiro gastou R$ 75 bilhões (aproximadamente US$ 22 bilhões) em Defesa Nacional
  • Este valor representa 6% das despesas do governo (sem considerar a dívida nacional) e 1,6% do PIB do país
  • Deste orçamento, mais de 70% é para cobrir despesas com folha de pagamento
  • Embora o Brasil seja o 12º país que mais investe em sua Defesa Nacional, não temos uma estratégia de guerra ou arsenal militar muito forte
  • O presidente Jair Bolsonaro permitiu a primeira base militar norte-americana no Brasil no último ano
  • Todos os homens devem apresentar-se ao Exército aos 18 anos de idade, mas geralmente não são chamados a participar
  • Não consegui encontrar informações sobre o impacto climático gerado pelo Exército Brasileiro.

Meus amigos de Portugal, Espanha, Argentina, Hungria e Lituânia também não conseguiram encontrar informações sobre os impactos climático gerados pelo Exército em seus países.

Minha conclusão
Depois deste curso, pude perceber como não tinha compreensão dos verdadeiros impactos que esta indústria causa no mundo, principalmente o Exército norte-americano, e a importância de considerá-la quando falamos sobre aquecimento global e mudança climática. No fim, todos os temas estão conectados no combate à injustiça, opressão e desigualdade.
Para mim, foi extremamente importante este curso, porque entendo que a prevenção de guerras e a redução da poluição são dois dos principais problemas que encaramos nos dias de hoje e simplesmente não temos informações suficientes sobre os temas. Posso dizer que com certeza aprendi muito.