Programa de Bolsas Gaia

Jul 7, 2024 | Portuguese

Aumente uma bolsa de estudos para as taxas do seu curso!

O Programa de Bolsas Gaia é uma combinação de estudos teóricos e tarefas práticas.
Junto com a equipe, você levanta sua bolsa apoiando a escola nessas áreas:

* Projeto de reciclagem de roupas e calçados
* Jardim fazenda e parque
* Manutenção de nossos prédios
* Marketing e matrícula de novos alunos

Dependendo da disponibilidade, você pode se juntar à equipe Gaia de 2 1/2 – 6 meses. Dessa forma, você pode levantar uma bolsa de estudos para as taxas completas do curso ou parte delas.
O nome do nosso programa Gaia vem da mitologia grega. Gaia é o nome da Mãe Terra e foi usado pelo químico inglês James Lovelock para descrever sua teoria de que a Terra está viva. Usamos a teoria de Gaia como base para agir. O programa do curso Gaia é uma combinação de ações práticas, estudos, investigações e apresentações. A Equipa Gaia desempenhou um papel essencial na construção da nossa quinta de horta biológica.

Learning useful skills in Childrens Town
Learning useful skills in Childrens Town
Providing food for the school
Providing food for the school

Os rendimentos das actividades da equipa Gaia são utilizados para cobrir os custos de funcionamento do programa Gaia e para bolsas de estudo para estudantes que não podem pagar as propinas do curso. A maioria dos participantes da equipe Gaia se qualifica para uma bolsa de estudos e continua em um de nossos programas de voluntariado.
A Equipa Gaia funciona como uma equipa, embora os alunos possam começar em horários diferentes e possam ser inscritos para equipas diferentes após o período Gaia. O programa Gaia está em curso e as datas de início são flexíveis, de acordo com a disponibilidade.

Estudos, oficinas de trabalho e apresentações!
A cada semana a equipe de Gaia tem 1,5 dia de estudo. Há um fim de semana de estudo por mês. O programa Gaia foi concebido para lhe dar uma compreensão das razões da pobreza e da crise climática, e para lhe dar ferramentas e habilidades para que você possa tomar sua própria posição e ser ativo na luta pela mudança para melhor.

O programa Gaia é intensivo, orientado para os resultados e prático. Esteja preparado para estar muito ocupado!
* Algumas das áreas de estudo são:
* A Ciência dos Sistemas Terrestres e a Teoria de Gaia
* Mudanças Climáticas
* Reduzindo o impacto das mudanças climáticas
* Justiça Ambiental

O programa Gaia é orientado para projetos – fazemos algo sobre as coisas que discutimos e aprendemos. Alguns projetos estão em andamento e são decididos pelo CICD. A equipa Gaia ajuda a operar a recolha de roupa e calçado, através da manutenção e reparação das nossas caixas, bem como da procura de novos locais para “alojar” mais caixas de recolha. Eles também têm a oportunidade de ajudar em nosso escritório de promoção e matrícula para recrutar os alunos para as próximas equipes e sair para reuniões e apresentações em escolas ou outros lugares. Também pode haver oportunidades para ajudar com outras partes das atividades do CICD-s, como jardinagem e manutenção.
Além disso, muitos projectos mais pequenos entraram no programa da equipa Gaia – exercícios práticos em, por exemplo, construção de fogões a lenha, compostagem, manutenção e desenvolvimento do parque no Winestead Hall.

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The Hidden Side of “Help”: Why We Need to Rethink Development

The Hidden Side of “Help”: Why We Need to Rethink Development

We usually don’t think twice when we hear the word “aid.” Most of us assume that helping someone is always a good thing—after all, how could giving to the poor be wrong? But I’ve realized that there is a big difference between just being “charitable” and actually doing development in a way that changes lives forever.

I used to think that poverty was just a lack of money, but the truth is often about a lack of
access. For a long time, the traditional “aid industry” followed theories that didn’t really work on the ground.
A powerful example of this is the story of Muhammad Yunus. He met a woman who had to borrow less than a dollar from a moneylender just to survive, but the terms were so bad she was basically a slave. He realized that by giving just $27 out of his own pocket, he could free 42 people from that cycle. This wasn’t just “giving money”; it was proving that the poor—especially women—are trustworthy and “credit-worthy,” even without any collateral.
Another thing I never really considered is that real help doesn’t always need a big institution. In many places, people are creating their own “financial inclusion” without any banks. For example, in Mali, women form small groups to save their own money and lend it to each other. It only costs about $20 to train a member, and then the group can run itself for years.

This is so much better than just a “handout” because it builds social capital—the women gain confidence, learn to lead, and even start their own businesses.

Finally, we have to look at how governments help. In Brazil, a program called Bolsa Família has liftedd millions out of poverty, but it isn’t just a “free gift”. Families only get the support if they meet social requirements, like making sure their kids go to school and get vaccinated. This way, the help isn’t just a temporary fix; it’s an investment in the next generation.

The more I learned, the more I saw that the best kind of development is about empowering people to be their own driving force for change. It’s about building their capacities, so they don’t need “aid” anymore.

My Personal Turning Point I never used to think about the “aid industry” this way. I just thought help was help. But exploring these different models and seeing how much impact
“doing it right” can have has completely shifted my perspective. This is exactly why I wanted to create this article: to tell you about my favourite course and why it changed my mind. It was through these specific lessons that I truly understood how we can move beyond simple charity to real, sustainable change.

Thanks for reading, a. see you soon!

Clothes & shoes sales creating change in Zambia

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My name is Raquel Dávila, I am from Mexico and currently volunteering in Zambia as a Development Instructor (DI) with DAPP Zambia through CICD. When I first arrived in Zambia, I did not fully understand how much impact second-hand clothes can have in a community. Many...