Voluntariado na África ou Índia: programa de 12 meses

Jul 7, 2024 | Portuguese

Faça a diferença no seu Gap Year!

O programa Poverty Activist (Ativista contra a Pobreza) consiste em 12 meses:

• 5 meses: Treinamento no CICD na Inglaterra
• 6 meses: Voluntariado em um país africano ou na Índia
• 1 mês : Período de conclusão no CICD na Inglaterra

Primeiro Periodo:

5 meses de treinamento no CICD na Inglaterra

A primeira parte do curso acontece aqui no CICD.
Aqui você se juntará a uma equipe com estudantes vindos de diferentes paises, treinando para serem Instrutores de Desenvolvimento. Os preparativos são teóricos e práticos. Os estudos incluirão áreas como assuntos globais, ciência política e desenvolvimento econômico.
Diferentes formas de aprendizagem incluem também viagens de carona ou bicicleta para investigações fora da escola de 5 dias e ações comunitárias. Haverá estudos em grupo e oficinas de trabalho, bem como estudos individuais, leituras, palestras e treinamento de habilidades de liderança.

Learning how to cook traditional Malawian food
Learning how to cook traditional Malawian food
On the way to one of the pre schools
On the way to one of the pre schools

Durante o treinamento, você também praticará muitas formas de expressão – como escrever relatórios, fazer cartazes digitais e desenhados à mão e escrever poesias, ensaios e discursos.
Ao longo deste programa, serão encorajados a debater e a formular as suas próprias conclusões.

Todos os itens acima serão usados para o período de treinamento e serviço, e também podem ser úteis se você estiver pensando em uma futura carreira no setor sem fins lucrativos.

Segundo Período:
6 meses de voluntariado em um país africano ou na Índia

Após os três meses de treinamento, uma vez que você esteja equipado com todo o conhecimento necessário, você embarcará na próxima etapa da jornada. Você será colocado em um projeto em um país na África Austral ou na Índia. Por causa da pandemia de Covid 19, não é possível conhecer o país de destino até o início do programa – então você precisa estar pronto para ir onde for necessário e seguro!

Os projetos nos respectivos países se concentram principalmente em agricultura, educação e saúde. Aqui você se juntará a uma série de atividades, como trabalhar com agricultores locais para aumentar a produção de alimentos, iniciar projetos sustentáveis e geradores de renda, treinar professores e apoiar pré-escolas em andamento ou iniciar novas.

Organic food production for the future
Organic food production for the future
Garden team at CICD in fighting mode!
Garden team at CICD in fighting mode!

Os projetos trabalham com crianças, pais, agricultores, professores, líderes locais, governo nacional e parceiros internacionais para combater as causas profundas da pobreza e, junto com eles, construir comunidades sustentáveis e prósperas.

Terceiro Período:
Conclusão e Chamada para Ação na Europa

Em seguida, você retornará ao CICD para assimilar e compartilhar suas experiências e divulgar os resultados alcançados por você e sua equipe. Esta etapa final do ciclo permite que você compartilhe suas descobertas e avalie o impacto do trabalho que sua equipe fez em campo.

Isso é muito útil para a nossa melhoria contínua do programa, e ajuda você a aprofundar sua compreensão de todos os novos conhecimentos e experiências.
Junto com a equipe, você também usará esse período para criar materiais como uma newsletter, uma transmissão de rádio, artigos para jornais ou blogs, um podcast, um vídeo, um projeto multimídia ou outros produtos, a fim de levar ao público o conhecimento e a compreensão que você adquiriu.

Togetherness is the way forward
Togetherness is the way forward
Tailoring workshop in the village
Tailoring workshop in the village

Os Projetos de Desenvolvimento

Combinamos o nosso ambiente de aprendizagem único com 6 meses de experiência de campo em comunidades em desenvolvimento em países como Malawi, Moçambique, Zâmbia ou Índia.
O CICD, bem como as nossas escolas irmãs, fazem parceria com as organizações membros da Humana People to People. A Federação de Humana People to People foi criada em 1996 e é uma rede de 31 organizações engajadas no desenvolvimento internacional na Europa, África, Ásia e Américas.

Eles executam mais de 400 projetos e alcançam cerca de 14 milhões de pessoas diariamente.
A abordagem da Humana para o desenvolvimento é centrada na mobilização da comunidade. A Humana desenvolveu e experimentou uma metodologia que equipa as comunidades com materiais, conhecimento e infraestrutura para sair da pobreza.
Como Instrutor de Desenvolvimento do nosso programa de 12 meses, você será voluntário em um dos projetos da Humana People to People por 6 meses. Até o momento, os participantes trabalharam em conjunto com milhares de pessoas para aprender novas habilidades para cultivar, construir casas, alimentar suas famílias, melhorar a saúde e nutrição e educar seus filhos.

Próxima data de início: 1. Agosto 2024 e 1. fevereiro de 2025

Certificações
1. Certificação de Trabalho de Campo da Humana People to People
2. Certificação de Instrutor de Desenvolvimento pela College for International Co-operation and Development

 

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We usually don’t think twice when we hear the word “aid.” Most of us assume that helping someone is always a good thing—after all, how could giving to the poor be wrong? But I’ve realized that there is a big difference between just being “charitable” and actually doing development in a way that changes lives forever.

I used to think that poverty was just a lack of money, but the truth is often about a lack of
access. For a long time, the traditional “aid industry” followed theories that didn’t really work on the ground.
A powerful example of this is the story of Muhammad Yunus. He met a woman who had to borrow less than a dollar from a moneylender just to survive, but the terms were so bad she was basically a slave. He realized that by giving just $27 out of his own pocket, he could free 42 people from that cycle. This wasn’t just “giving money”; it was proving that the poor—especially women—are trustworthy and “credit-worthy,” even without any collateral.
Another thing I never really considered is that real help doesn’t always need a big institution. In many places, people are creating their own “financial inclusion” without any banks. For example, in Mali, women form small groups to save their own money and lend it to each other. It only costs about $20 to train a member, and then the group can run itself for years.

This is so much better than just a “handout” because it builds social capital—the women gain confidence, learn to lead, and even start their own businesses.

Finally, we have to look at how governments help. In Brazil, a program called Bolsa Família has liftedd millions out of poverty, but it isn’t just a “free gift”. Families only get the support if they meet social requirements, like making sure their kids go to school and get vaccinated. This way, the help isn’t just a temporary fix; it’s an investment in the next generation.

The more I learned, the more I saw that the best kind of development is about empowering people to be their own driving force for change. It’s about building their capacities, so they don’t need “aid” anymore.

My Personal Turning Point I never used to think about the “aid industry” this way. I just thought help was help. But exploring these different models and seeing how much impact
“doing it right” can have has completely shifted my perspective. This is exactly why I wanted to create this article: to tell you about my favourite course and why it changed my mind. It was through these specific lessons that I truly understood how we can move beyond simple charity to real, sustainable change.

Thanks for reading, a. see you soon!

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