Voluntário no Caribe – Programa de 7 meses Ativista pelo Clima

Jul 7, 2024 | Portuguese

– Saiba mais sobre as causas da crise climática e o que pode ser feito para mitigá-la
– Estude e trabalhe em conjunto com pessoas com ideias semelhantes de todo o mundo
– Agir e ser voluntário por um mundo melhor

Então este programa é para você!

Os períodos do programa Climate Activist:

• 3 meses no CICD. Estudos, investigações e treinamento prático para se preparar para os próximos 3 meses
• 3 meses de voluntariado com a Richmond Vale Academy e comunidades em São Vicente e Granadinas.
• 1 mês de volta ao CICD para concluir e compartilhar suas experiências.

Primeiro período: Ativista do Clima em Formação

3 meses no CICD. Estudos e treinamentos práticos, além de planejar e preparar o período de voluntariado de 3 meses.
Durante o treinamento, nos concentramos em lidar com a questão das mudanças climáticas.
O que é? Que consequências tem em diferentes partes do mundo? Por que isso está acontecendo? Por que não são feitos planos sérios por aqueles que estão no poder para reduzir as emissões e evitar ultrapassar os 2 graus críticos do aquecimento global?
Além dos estudos teóricos, colocamos muito foco em investigar o que realmente está sendo feito. Faremos viagens de campo para conhecer outros ativistas e organizações climáticas no Reino Unido, trabalharemos na fazenda de jardim do CICD e realizaremos outras ações no desenvolvimento do nosso Centro do Clima.
Também nos prepararemos para o período de voluntariado de 3 meses na Richmond Vale Academy (RVA) em São Vicente.
Durante este período, você também fará parte da administração da escola junto com todos os outros alunos e funcionários, e fará parte do governo da escola através de nossas Reuniões Comuns.

Segundo período: Voluntário em São Vicente e Granadinas

Este período de 3 meses será passado trabalhando em estreita colaboração com a Richmond Vale Academy (RVA) e as comunidades locais em torno de projetos ambientais na ilha de São Vicente.
As tarefas concretas dependerão da época do ano e das necessidades específicas da época. Juntamente com sua equipe, você fará parte do desenvolvimento da fazenda de permacultura na RVA e das atividades agrícolas nas comunidades locais, como Home Gardens, para apoiar a segurança alimentar da população. Esteja pronto para ajudar com o que for mais necessário!

Terceiro período: Apelo à ação pelo nosso clima

Você retorna ao CICD com a cabeça e o coração cheios do que conquistou junto com os alunos e funcionários da RVA e das comunidades locais da ilha.
Agora é hora de concluir sobre o que você aprendeu e conquistou, passar suas experiências para a próxima equipe e compartilhar suas experiências e resultados em toda parte: um chamado à ação para um futuro sustentável!
Você está bem preparado com muitas fotos, filmes, entrevistas, estatísticas, músicas etc.

Datas de início e taxas do curso

A próxima data de início é 1º de outubro de 2024!
O valor do curso é de £ 3.140, incluindo todos os custos do programa, alimentação e hospedagem. A taxa de inscrição é de £ 500.
NB! Vagas limitadas disponíveis na equipe de bolsas Gaia – entre em contato conosco para saber mais!

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The Hidden Side of “Help”: Why We Need to Rethink Development

The Hidden Side of “Help”: Why We Need to Rethink Development

We usually don’t think twice when we hear the word “aid.” Most of us assume that helping someone is always a good thing—after all, how could giving to the poor be wrong? But I’ve realized that there is a big difference between just being “charitable” and actually doing development in a way that changes lives forever.

I used to think that poverty was just a lack of money, but the truth is often about a lack of
access. For a long time, the traditional “aid industry” followed theories that didn’t really work on the ground.
A powerful example of this is the story of Muhammad Yunus. He met a woman who had to borrow less than a dollar from a moneylender just to survive, but the terms were so bad she was basically a slave. He realized that by giving just $27 out of his own pocket, he could free 42 people from that cycle. This wasn’t just “giving money”; it was proving that the poor—especially women—are trustworthy and “credit-worthy,” even without any collateral.
Another thing I never really considered is that real help doesn’t always need a big institution. In many places, people are creating their own “financial inclusion” without any banks. For example, in Mali, women form small groups to save their own money and lend it to each other. It only costs about $20 to train a member, and then the group can run itself for years.

This is so much better than just a “handout” because it builds social capital—the women gain confidence, learn to lead, and even start their own businesses.

Finally, we have to look at how governments help. In Brazil, a program called Bolsa Família has liftedd millions out of poverty, but it isn’t just a “free gift”. Families only get the support if they meet social requirements, like making sure their kids go to school and get vaccinated. This way, the help isn’t just a temporary fix; it’s an investment in the next generation.

The more I learned, the more I saw that the best kind of development is about empowering people to be their own driving force for change. It’s about building their capacities, so they don’t need “aid” anymore.

My Personal Turning Point I never used to think about the “aid industry” this way. I just thought help was help. But exploring these different models and seeing how much impact
“doing it right” can have has completely shifted my perspective. This is exactly why I wanted to create this article: to tell you about my favourite course and why it changed my mind. It was through these specific lessons that I truly understood how we can move beyond simple charity to real, sustainable change.

Thanks for reading, a. see you soon!

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